Sucedem-se as provas de que o convívio de crianças autistas com animais desenvolve as suas capacidades de comunicação. Depois de visitar uma chimpanzé chamada Gina no zoo de Sevilha, um menino autista ofereceu resistência na despedida. Fcou imóvel, olhando olhos nos olhos o primata, e em reação ao pedido do pai para se retirar, respondeu, Quero ficar mais um bocado. Até aquele instante, a criança não tinha proferido palavra. O pai chorou. Nesta semana, a revista Plos One publicou um estudo no qual conclui que as crianças autistas melhoram as interações sociais quando estão em contacto com porquinhos da índia. Já o Jornal de Fisiconeuroendocrinologista defendeu que os cães ajudam as crianças autistas a expressar os seus sentimentos.
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