A rota mantém-se mas funciona virtualmente, explica José Luís Almeida, 62 anos, do Cencal-Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica das Caldas, uma das quatro instituições a par da Associação Portuguesa da Indústria Cerâmica, Escola Superior de Tecnologias, Gestão e Arte e Design das Caldas da Rainha e Direcção Geral do Turismo que em 2001 lançaram o projecto. A ideia era criar uma rede das entidades que em Portugal se dedicam á cerâmica e que estavam abertas a receber pessoas, para visitar e cursos. Reunimor cerca de 400 participantes, entre empresas e artesãos, arrancou nas Caldas da Rainha e foi depois alargada a todo o País, incluindo museus, adianta. Durante os quatro anos em que esteve activa, a rota da cerâmica lançou colóquios, exposições, visitas guiadas e dinamizou o sector. Em 2009, com a criação da Rota Internacional da Cerâmica, a informação nacional passou a ser disponibilidade na Internet frisa o responsável, que assumiu a coordenação da nova página por herança. Colocamos na página toda actividade ligada á cerâmica que está a acontecer no Mundo, desde cursos, actividades, formações. Queremos promover a cerâmica portuguesa no Mundo e mostrar o que se faz a nível internacional, esclarece José Luís Almeida. Economista de formação.
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