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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Amor á vida

ACERCA DO PROGRAMA
Paloma (Paolla Oliveira), dona de uma personalidade que reúne ímpeto e leveza, resolve reescrever sua trajetória após o rompimento familiar. Abalada, decide seguir o seu coração quando, ainda no Peru, conheceNinho (Juliano Cazarré). Eles se apaixonam e vivem intensamente esse sentimento. Ela abre mão de tudo, do futuro previsível, da carreira médica e das posses de sua família. Em contrapartida, experimenta o gosto de uma vida livre, sem rumos traçados. Ninho a convence a seguir seus passos, andar país afora, caminhar e dormir sob as estrelas.

Por um tempo, esse plano até funciona. Enamorados e sem um tostão no bolso, se aventuram, conhecem pessoas e lugares diferentes. Exploram o Peru e partem para a Bolívia. Eles se bastam, se amam.

Mas os ventos quase sempre mudam de direção e sopram para rumos diferentes. Paloma engravida. A chegada do bebe faz a jovem pensar e colocar os pés no chão. Agora, não serão apenas Paloma e Ninho. Uma criança exige cuidados e o mínimo de segurança. Neste momento, o casal toma a decisão de voltar para o Brasil. E, mais uma vez, a vida de Paloma vira de cabeça para baixo.

A saída da Bolívia transforma-se numa tentativa frustrada do casal. Sem recursos, Ninho arrisca-se para conseguir dinheiro para viajar e aceita transportar, colado ao próprio corpo, droga para o Brasil. Mas é preso ainda no aeroporto. Ela consegue embarcar para São Paulo, com o coração partido, sem entender o que deixou para trás.

De volta ao Brasil...

Paloma (Paolla Oliveira) acredita que a única pessoa em quem pode confiar é o irmão, Félix (Mateus Solano). Frio e calculista, ele planeja o futuro de Paloma sem que ela perceba a jogada. No fundo, ele vai tentar, mantê-la distante.

Félix consegue libertar Ninho (Juliano Cazarré) e trazê-lo de volta ao Brasil. Ele o reaproxima de Paloma e articula uma nova fuga da irmã, para que o bebe nasça bem longe da mansão dos Khoury.

Mas Paloma e Ninho não se entendem, embora ainda se amem. Eles tentam uma reaproximação, mas o tempo se encarrega de transformá-los em pessoas com objetivos diferentes.

Após uma discussão em um bar, Ninho deixa Paloma e, sozinha, ela dá à luz uma menina. O parto acontece em condições precárias. Mãe e filha ficam em apuros. Com a ajuda de uma desconhecida, e sem que ninguém da sua família saiba onde está, Paloma perde os sentidos e desmaia, sem ver a filha viva.

domingo, 11 de agosto de 2013

Oito mil quilómetros para aprender a tourear.

 O colombiano Jacobo Botero tinha 11 anos quando veio morar com o toureiro português Rui  Fernandes, que ficou como seu tutor. Jacobo Botero estaria hoje a estudar para ser engenheiro ou doutor na Colômbia, se conhecer o toureiro Rui Fernandes-quando tinha dez anos-não lhe tivesse trocado as voltas ao trilho programado pelos pais.Não seria de esperar que o encontro entre uma criança sul-americana e um adulto português-que tinha a cara impressa em cartazes espalhados por todas as cidades colombianas onde ia actuar em 2006-resultasse numa mudança de vida para o mais novo, mas os caminhos não são todos direitos. Sete anos passados, na última quinta feira, Jacobo estreou-se na Praça do Campo Pequeno, em Lisboa, cavalgando ao lado de um cartel que incluía Luís Roxinol, Sónia Matias, Ana Baptista e Gilberto Filipe. Nunca tinha visto um português tourear e quando vi os cartazes a anunciar a corrida do cavaleiro Rui Fernandes em Cali pedi o bilhete de prenda de Natal aos meus pais. Consegui conhece-lo e tirar uma fotografia com ele .A minha avó é que era aficionada e quando me levou a uma corrida do César Rincón apanhei a orelha do touro. A partir daí, disse ao meu pai que queria ser toureiro, não queria ser astronauta nem policia, como as crianças da minha idade recorda hoje Jacobo, com 18 anos, o início do encantamento num país onde não havia nem há uma grande tradição tauromáquica. Ninguém deveria nunca duvidar da presença, mesmo que venha de uma boca de dez anos, porque meses depois do encontro na Colômbia ,Jacobo apareceu na Charneca de Caparica, em Almada a quase oito quilómetros de distancia do país natal com a avó num lado e a mala de viagem no outro, para passar uma semana na herdade de Rui Fernandes. Uma semana que com poucas idas e voltas se prolongou até hoje . O Rui tinha-me convidado, quando nos conhecemos na Colômbia para visitar a quinta dele no verão e disse que ficava á minha espera.

sábado, 18 de maio de 2013

Vida de empreguete

Era uma  ez três jovens que lutaram pela vida como empregadas domésticas e que a muito custo agora viram cantoras famosas pois conheçam a história delas. Era uma vez três jovens do qual seus nomes são Pena, Lua, Sol, não se conheciam pois trabalhavam no mesmo ramo.  Até que um dia uma patroa maluca jogou um prato de comida em cima de uma delas. Pois foi processada e teve que pagar uma boa quantia e a empregada se despediu. Pois essa empregada foi a pena Pena que tinha sido abandonada pela mãe e começou muito cedo a trabalhar para sustentar a família pois já tinha um filho e ainda ajudava o seu irmão que estava a estudar para ser advogado. A Sol o seu pai tinha um restaurante muito pequeno, mas ela adorava cantar e também era empregada doméstica. Havia a Lua que era filha duma empregada que tinha morrido e como não tinha para onde ir viver pois muito pequena ficou sem a mãe. Ficou a viver com os patrões da mãe que a tratavam como uma empregada. Estavam sempre a rebaixar a garota só porque lhe pagavam os estudos a comida e a roupa faziam dela gato sapato . Até que um dia destes elas as três se conheceram e viram grandes amigas. A Pena, a Lua e a Sol se conheceram através do merceeiro a onde faziam as compras para os patrões. Nesse dia a Lua estava com a sua madrinha que também trabalhava na casa a onde ela vivia até que passou por lá um amigo da Pena e ouviu elas estarem a comentar o mal que as patroas lhe faziam. E uma noite procurou a Pena e lhe disse porque é que ela não combinava com as outras empregadas e não faziam uma musica. A Pena pensou muito bem e um dia resolveu convidar as colegas de trabalho e foram para a casa da patroa da Sol e começaram a ensaiar uma musica muito interessante . A onde gravaram e já é um sucesso nos mercados.Largaram o uniforme de empregadas e agora viram cantoras vejam as voltas que a vida dá. 


Todo o dia acordo cedo 
moro longe do emprego
quando volto do serviço 
quero o meu sofá
tá sempre cheio a condução
eu passo o pano encero chão
a outra ve defeito até onde não há

queria ver madame aqui no meu lugar
eu ia rir de me acabar
só vendo a patroinha aqui no meu lugar botando roupa para quarar
minha colega quis botar aplique no cabelo dela gastou um extra
as filhas da patroa a nojenta a enjoada só sabem explorar
levo vida de empregute 
eu pego as sete fui de semana é salto alto e ver no que vai dar um dia compro apartamento e viro socialaite toda boa vou com o meu ficante viajar.